MINISTÉRIO DA CULTURA  present

18 Abril 2018

Curitiba_Lab SESI/PR

Posted 18 Abril 2018 in Curitiba_Lab.

Curitiba_Lab SESI/PR

As inscrições para o Curitiba_Lab SESI/PR – Núcleo de Dramaturgia AUDIOVISUAL, módulo longa-metragem, já estão abertas.

período de inscrição: 18 de abril a 7 de maio de 2018

Para se inscrever acesse “minha conta” e posteriormente “Curitiba_Lab”.

Basta escolher para cadastrar um “Novo Projeto”.

Então você terá acesso ao Regulamento e, após concordar, poderá iniciar o cadastro dos dados.

 

11 Abril 2018

Credenciamento de imprensa

Posted 11 Abril 2018 in Notícias.

Credenciamento de imprensa

O credenciamento de imprensa do #7olhardecinema está aberto até dia 7 de maio.

Solicite seu credenciamento de imprensa aqui!

 

10 Abril 2018

Inscrições – Voluntariado

Posted 10 Abril 2018 in Notícias.

Inscrições – Voluntariado

As inscrições para Voluntariado do #7olhardecinema estão abertas até dia 11 de maio. O voluntário é uma peça fundamental para nos ajudar a construir e manter o evento. Faça parte do festival!

Inscreva-se aqui!

28 Março 2018

Foco 2018 – Janie Geiser

Posted 28 Março 2018 in Notícias.

Foco 2018 – Janie Geiser

Os filmes mais animadores e instigantes no mundo hoje são feitos por Janie Geiser. Essa grande artista americana é a homenageada da mostra Foco do Olhar de Cinema 2018. Geiser estará pessoalmente no festival, que acontecerá entre os dias 6 e 14 de junho, na cidade brasileira de Curitiba. Ela apresentará quatro programas de curtas-metragem, que incluirão a estreia mundial de seu último trabalho, Valeria Street (2018) (Rua Valeria, 2018, 9min), além de filmes de outros cineastas que ela admira. Além de debates, ela também participará de uma única apresentação especial em que ela exibirá um filme e apresentará fontes, referências e inspirações no formato de uma “conversa ilustrada”.

Janie Geiser

Geiser nasceu em Louisiana e mora em Los Angeles há duas décadas, e é professora na Escola de Teatro na California Institute of Arts. Ela foi pintora e desenhista antes de ganhar destaque como criadora de fantoches experimentais no teatro. Ela começou a fazer curtas-metragens feitos a partir de colagens com uma variedade de objetos que ganham vida na tela, um trabalho que ela continua por mais de 30 anos. Cada filme dela está cheio de intrigantes mistérios e histórias secretas que ela compartilha com o público, que pode também se inspirar para imaginar a sua própria história.

“Janie Geiser leva como ponto de partida a constante necessidade de fugir das convenções”, diz Antônio Junior, diretor e diretor de programação do Olhar de Cinema. “Sua busca leva-a a transcender categorias facilmente reconhecidas e preconceitos de gêneros, formatos, tempos de execução, técnicas e temas de filmes. Em vez disso, ela construiu – ou melhor ainda – encontrou – uma carreira cinematográfica cujo corpus progressivo e aventureiro vive em busca de como melhor refletir sobre nossas vidas e preocupações internas cotidianas. E, como resultado, ela nos estimula a se virar para o mundo fora do cinema e cumprimentá-lo com novas perspectivas “.

“Fotografias, mapas, recortes de livros, enciclopédias, pessoas, animais e registros distantes de que a humanidade deixou para trás”, continua Carol Almeida, uma das curadoras de curtas do Olhar de Cinema, ao descrever os filmes de Geiser. “Tudo isso fragmentado em imagens que se sobrepõem a outras imagens, de sons que recortam outros sons. A tessitura do cinema de Janie Geiser é a tessitura da nossa memória. Uma que está em constante processo de reconstrução, que entende a história não como uma linha de Cronos, do que vem antes, durante e depois. Mas sim como um círculo de Aion, capaz de perceber todos os tempos em um só instante. Atravessar os filmes de Geiser é também sentir na pele a textura de como os objetos que nos cercam constroem os afetos que nos constituem. Um cinema-palimpsesto, um cinema-caleidoscópio.”

A lista de filmes que já foram confirmados para o Foco inclui os seguintes títulos dirigidos por Geiser, que juntos compõem a maior retrospectiva de seus filmes já realizada no mundo. As obras da diretora serão exibidas principalmente em HD, incluindo novas cópias em HD de seus filmes mais antigos feitos em 16 mm. Com exceção de The Hummingbird Wars (Fronteira Festival, 2015), os filmes terão suas estréias brasileiras no Olhar de Cinema. Os links indicados abaixo incluem imagens, clipes de filme e descrições em inglês dos filmes:

Valeria Street (2018, 9min) (estreia mundial)
Look and Learn (2017, 11min) (http://www.janiegeiser.com/look-and-learn)
Flowers of the Sky (2016, 9min) (http://www.janiegeiser.com/flowers-of-the-sky)
Silent Sister (2016, 6min) (http://www.janiegeiser.com/silent-sister)
Cathode Garden (2015, 8min) (http://www.janiegeiser.com/cathode-garden/)
The Hummingbird Wars (2014, 11min) (http://www.janiegeiser.com/the-hummingbird-wars)
Kriminalistik (2013, 4min) (http://www.janiegeiser.com/kriminalistik/)
Arbor (2012, 7min) (http://www.janiegeiser.com/arbor)
Ricky (2011, 11min) (http://www.janiegeiser.com/ricky)
The Floor of the World (2010, 9min) (http://www.janiegeiser.com/the-floor-of-the-world)
Kindless Villain (2010, 5min) (http://www.janiegeiser.com/kindless-villain/)
Ghost Algebra (2009, 8min) (http://www.janiegeiser.com/ghost-algebra)
Ultima Thule (2002, 10min) (http://www.janiegeiser.com/ultima-thule)
The Fourth Watch (2000, 9min) (http://www.janiegeiser.com/the-fourth-watch)
– Lost Motion (2000, 11min) (http://www.janiegeiser.com/lost-motion)
The Red Book (1994, 11min) (http://www.janiegeiser.com/the-red-book)

“A idéia de uma retrospectiva de meus filmes no Brasil – um país que sempre quis visitar e que estou ansiosa para finalmente conhecer – é atraente, surpreendente, comovente, assustadora e estimulante”, diz Geiser. “O ato de olhar para trás me intriga porque sempre vi meus filmes como parte de um processo contínuo avançando pelo tempo. Estou interessada no poder emocional dos objetos para iluminar o que significa ser humano. As imagens servem como pontes entre vida e não-vida, entre animado e inanimado, como naves para atravessar tempo e lugar, e ainda assim, falar com o momento presente. Os filmes podem revelar-se a espectadores que talvez não conheçam suas fontes ou histórias. O conhecimento nunca é necessário. Quando os filmes são abordados como pinturas, os espectadores podem confiar em seus instintos, deixar imagens, cores e sons sobre eles, e encontrar ou intuir suas próprias respostas. Não existe uma única maneira de ver esse cinema. Ao contrário, deixe ele te levar aonde te levar, e isso pode significar algum lugar onde nunca estive.”

Outros filmes de Geiser na Foco serão anunciados em breve. Durante seu tempo no Olhar de Cinema, Geiser também apresentará filmes de Peggy Ahwesh, Ephraim Asili, Mary Helena Clark, Shambhavi Kaul, Lewis Klahr, Jeanne Liotta, Edwin S. Porter, Kalpana Subramanian, Leslie Thornton e outros artistas cujos nomes também serão anunciados em breve.

Mais informações sobre o trabalho de Janie Geiser pode ser encontrada no site da artista. http://www.janiegeiser.com/ . Notícias e atualizações contínuas sobre os outros filmes, programas e eventos do Olhar de Cinema neste ano podem ser encontrados no site do festival, http://www.olhardecinema.com.br/

 

21 Março 2018

Identidade Visual 2018 #7olhardecinema

Posted 21 Março 2018 in Notícias.

Identidade Visual 2018 #7olhardecinema

“Uma figura desbravadora entra em uma viagem, encontrando diferentes pessoas, emoções, culturas, em busca de expandir e unificar o universo.”

A partir disso, convidamos o artista visual Rômolo D’Hipólito a criar a identidade visual do 7º Olhar de Cinema.

E é com muita alegria e satisfação que divulgamos essa arte que na nossa opinião, ficou linda demais!

16 Março 2018

Olhar Itinerante

Posted 16 Março 2018 in Conteúdo.

Olhar Itinerante

A olhar itinerante nasce de uma necessidade de levar o cinema para o interior. Cidades que não possuem salas e pessoas que têm carência de acesso a cultura.

Em 2017 conseguimos chegar em 34 cidades e tivemos um público de mais de 3.600 pessoas.

“Acreditamos que levar esse acesso a essas pessoas, principalmente às escolas municipais e estaduais do interior, cria um fomento a cultura no nosso estado. Quando pensamos em um festival apenas dentro de uma sala de cinema em um bairro rico de Curitiba estamos sendo muito reducionistas. A Olhar Itinerante torna o festival muito mais democrático. Fazemos exibições em salas de aula, em barracões, em pequenas bibliotecas e onde for possível. O importante é possibilitar o acesso a essas pessoas ao cinema. Incluí-las nesse universo. Todo ano tentamos chegar a mais cidades e a mais pessoas. Nossa intenção é desmistificar o cinema autoral e independente feito no Brasil e no mundo.” Antônio Junior, diretor do festival.

 

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