MINISTÉRIO DA CULTURA  apresenta

03 de julho de 2018

Inscrições Curitiba_Lab SESI/PR – Módulo Documentário Criativo

Postada em 03 de julho de 2018 em Curitiba_Lab.

Inscrições Curitiba_Lab SESI/PR – Módulo Documentário Criativo

As inscrições para o Curitiba_Lab SESI/PR – Núcleo de Dramaturgia AUDIOVISUAL, módulo documentário criativo,  já estão abertas.

Período de inscrição: 3 de julho a 6 de agosto de 2018

Serão selecionados 9 projetos paranaenses de documentários.

O PROJETO deve ser composto dos seguintes itens: a) Apresentação (1 lauda); b) Sinopse e argumento do roteiro (até 5 laudas); c) Excerto do Roteiro/Escaleta Cinematográfica; c) Resumo orçamentário; d) Plano de financiamento; e) Bio-Filmografia do roteirista do projeto; f) Bio-Filmografia do produtor do projeto; g) Nota de intenção do produtor e do roteirista do projeto;

Para se inscrever acesse “minha conta” e posteriormente “Curitiba_Lab”.

Basta escolher para cadastrar um “Novo Projeto”.

Então você terá acesso ao Regulamento e, após concordar, poderá iniciar o cadastro dos dados.

26 de junho de 2018

Lojinha do Olhar

Postada em 26 de junho de 2018 em Notícias.

Lojinha do Olhar

Nós amamos tanto as identidades visuais de todos os anos que esse ano decidimos re-lançá-las em edições especiais de camisetas, eco-bags e canecas.
Infelizmente esse ano foi o que apresentou os maiores desafios financeiros para que o festival fosse realizado, e por isso, durante este mês estará rolando uma pré-venda com descontos para ajudar na produção do evento.
acesse nossa loja:
https://bit.ly/2wm8KtH

 

13 de junho de 2018

Premiados 2018 | 7º Olhar de Cinema

Postada em 13 de junho de 2018 em Notícias.

Premiados 2018 | 7º Olhar de Cinema

Competitiva

 

 

*Menção Especial: ELES VÊM AÍ! (¡Allá Vienen!), Ezequiel Reyes

 

 

Outros Prêmios

*Menção Especial: Estamos todos aqui, Chico Santos e Rafael Mellim

 

*Menção Especial: Lui, Denise Kelm

 

 

13 de junho de 2018

Programação 14 junho

Postada em 13 de junho de 2018 em Notícias.

Programação 14 junho

12 de junho de 2018

Algumas Perguntas

Postada em 12 de junho de 2018 em Conteúdo.

Algumas Perguntas

Nos anos 80, vários países latinoamericanos enfrentaram a difícil missão de lidar com as feridas e as consequências de períodos de ditaduras militares. No Uruguai não foi diferente, e a proposta de uma lei que isentava de qualquer responsabilidade jurídica-penal os militares do país resultou num plebiscito que dividiu e expôs visoes bem distintas sobre o que foi aquele período e como melhor seguir adiante. A cineasta suiça Kristina Konrad morava no Uruguai na época, e saiu às ruas com sua câmera para registrar o estado das coisas, ouvindo pessoas nas mais diferentes regiões, idades e perspectivas. Quase 30 anos depois, ela montou esse material em ALGUMAS PERGUNTAS, filme que afeta muito diretamente a nós brasileiros, que passamos ainda hoje por situações afetadas por circunstâncias similares. Trata-se de um filme imperdível para todos que desejam pensar como um período de exceção afeta a alma de um país. Professores e estudantes de história, ciências sociais, jornalismo e afins não podem perder essa chance! Material muito rico.

 

13 JUN
Cineplex Batel (Sala 4)
14h00

12 de junho de 2018

Peggy e Fred no inferno: Desenlace | Trechos de entrevista com Leslie Thornton

Postada em 12 de junho de 2018 em Conteúdo.

Peggy e Fred no inferno: Desenlace | Trechos de entrevista com Leslie Thornton

A obra-prima de Leslie Thornton, por muitos anos, foi um “work-in-progress”. Ela começou a criação de Peggy e Fred no inferno: Desenlace com a intenção de ser um trabalho serializado lançado em parcelas periódicas. Peggy e Fred no inferno: Desenlace, com 95 minutos de duração, é o corte final de Thornton. Suas cenas em preto e branco (filmadas, encontradas e reunidas a partir de vários formatos e fontes) mostram duas crianças (interpretadas por Donald e Janis Reading) explorando um cenário pós-apocalíptico composto por sua casa desordenada e uma vasta paisagem selvagem que eles vagam. Seus principais companheiros são itens tecnológicos – videogames, telefones e televisões incluídos – além de outros. Ao longo da série, diferentes imagens de arquivo surgem na tela sem aviso prévio, como se fossem itens de repente encontrados pelas crianças e usados para ajudar os vivos a avançar.

 

Abaixo, Thornton fala sobre o filme em trechos de uma entrevista que apareceu originalmente no ano passado em inglês na Brooklyn Magazine (http://www.bkmag.com/2017/04/03/leslie-thornton-bam/):

 

Leslie Thornton: Quando comecei a fazer Peggy e Fred no Inferno, achei que estava fazendo um filme estranho. Parte da ideia de as crianças estarem sozinhas no mundo era que elas podiam ter tudo. Eles poderiam ter todo o passado. Eles tinham seu próprio presente, que tinham que inventar todos os dias – como todos nós fazemos, e especialmente como as crianças fazem -, mas tudo era deles. Essa foi a concepção narrativa que permitiu que o filme escorregasse para quase tudo que pudesse cair em seu colo, incluindo imagens muito antigas, especialmente com base nos materiais impressos em papel da Biblioteca do Congresso de alguns dos primeiros filmes já feitos. Meu interesse em usar esse material, em parte, era dar-lhe um lugar no aqui e agora, para encontrá-lo. Eu não queria inseri-lo em um contexto de documentários ou criar algum tipo de estrutura histórica narrativa para domá-lo, mas sim usá-lo de forma clara e direta.

 

Meu objetivo número um em trabalhar com material de arquivo é trazer isso para nós, em nossas vidas, de uma maneira fenomenológica. Em Peggy e Fred, em particular, eu queria incorporar material de uma história cultural e uma história tecnológica. Eu filmei um monte de coisas que parecem arquivos – algumas linhas estão borradas. Eu também queria que os materiais mais antigos estivessem totalmente presentes no plano linear e móvel do filme. Mas estranho.

 

Eu concebi Peggy e Fred como uma espécie de série de suspense para os primeiros cinco ou seis episódios. Por muitos anos, pensei nisso como uma antecipação contínua. O filme usou dispositivos muito simples da tradição do cinema de suspense e de séries mais antigas, até mesmo de algo tão básico quanto The Perils of Pauline (1914). Uma sequência terminaria e deixaria o espectador com a sensação de “Isso foi diferente. E agora?”

 

Depois do 11 de setembro, porém, tornou-se outra coisa. Desde o início, o aparato e a tecnologia usados ​​para fazer o trabalho faziam parte da história. Era impossível (em parte) que em 1984 eu pudesse ter antecipado perfeitamente o que viria acontecer com a mídia digital, a Internet e as várias maneiras pelas quais o mundo social passou de baseado na carne para o fractal. Depois do 11 de setembro, as crianças deixaram de ser protagonistas, sujeitos ou figuras primárias do projeto para serem absorvidas em um abismo tecnológico.

 

O começo de Peggy e Fred no Inferno foi focado na ideia de ter muitos dados durante a explosão da informação. Os computadores estavam entrando em funcionamento (embora ainda não soubéssemos sobre a Internet), a televisão estava em toda parte e estávamos adquirindo mais e mais informações por meio da mídia. Fred era obcecado por videogames, que moldavam seu cérebro, como acontece com muitas crianças. A apreensão sobre toda essa tecnologia (muito do que, na verdade, era fruto das necessidades e desejos dos militares) foi um impulso para o trabalho. Foi a ansiedade de ter muito.

 

Hoje em dia, com aqueles que são mais novos do que eu – como meus alunos de cinema – há uma lacuna crescente, mas também há um interesse crescente que temos um com o outro, através das gerações. Eles têm uma curiosidade sobre esse outro caminho. Todos querem filmar e editar em 16mm. Eles vivem on-line de maneira sofisticada, poderosa e subversiva, mas também querem tocar coisas. Acabei de perceber isso acontecendo nos últimos dois anos, e sinto que a tendência é algo biológico que faz com que pare de funcionar. Vivemos hoje no inferno de Peggy e Fred, e precisamos fazer as coisas à mão novamente.

 

QUANDO E ONDE

12JUN – Espaço Itaú (Sala 1)
21h30
*Apresentação de Janie Geiser (realizadora homenageada da mostra Foco)
13JUN – Espaço Itaú (Sala 3)
14h00

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