MINISTÉRIO DA CIDADANIA E COPEL apresentam

Filmes

Júri

Competitiva Janela Internacional

Andrea Tonacci

Nasceu em Roma, Itália. Em 1953 a família transfere-se para São Paulo, onde reside até hoje. Dirigiu e fotografou curtas e médias metragens até 1970 quando realizou o clássico Bang Bang. Foi pioneiro na utilização de equipamento de vídeo portátil no Brasil e, entre 1977 e 1984, realiza ampla documentação de culturas indígenas das Américas. Profissionalmente produz, escreve, dirige e fotografa documentários, ficções e institucionais. É pesquisador de linguagem audiovisual e atualmente dirige a Produtora Extrema.

Eloísa Solaas

Formada em Desenho de Imagem e Som (Universidade de Buenos Aires), Eloisa Solaas colaborou na realização de filmes, desde o desenvolvimento do roteiro, como assistente de direção. Desde 2001 é parte da equipe de produção artística do festival BAFICI (Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independente), e desde 2007 é membro do comitê de seleção e programação do mesmo festival. Também é professora de teorias do cinema em diversas faculdades de cinema de Buenos Aires.

José Luis Torres Leiva

Realizador chileno com importantes curtas metragens e vídeos independentes, tais como Ningún Lugar em Ninguna Parte (2004), Obreras Salienda de la Fábrica (2005), Trance (2009), dentre outros com os quais participou de vários festivais internacionais. El Cielo, la Tierra y La Lluvia, seu primeiro longa-metragem de ficção, estreou no festival de Rotterdam de 2008, onde foi agraciado com o prêmio FICPRESCI. Seu segundo longa metragem, Verano, estreou na seção Orizzonti do Festival de Veneza.

Competitiva Olhares Brasil

Fernando Severo

Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (UFPR) e Pós-graduado em Comunicação e Cultura (UTFPR). Realizador vencedor de mais de sessenta prêmios nacionais e internacionais, é um dos mais destacados cineastas do Paraná. Seu longa-metragem Corpos Celestes foi premiado no Festival de Cinema de Gramado em 2009 e recebeu mais sete prêmios em festivais nacionais. Professor do Curso de Graduação em Cinema e Vídeo da FAP e da Pós-graduação em Comunicação Audiovisual da PUCPR. É diretor do Museu da Imagem e do Som do Paraná.

Leonardo Cata Preta

Leonardo Cata Preta tem 36 anos, é profissional independente de cinema e vídeo, animador, ilustrador, designer e artista plástico. O Céu no Andar de Baixo, seu último trabalho como diretor, foi exibido em diversos festivais e mostras nacionais e internacionais. Recebeu mais de 30 prêmios em apenas 1 ano. Atualmente está produzindo seu primeiro curta live action, Até que não Haja Mais Lugar, e também atua como diretor de arte no primeiro longa mineiro de animação Nimuendaju.

Lisa Chamie

Graduada e mestre em música e filosofia pela Universidade de Nova Iorque, trabalhou durante dez anos no departamento de cinema da universidade. Seu segundo longa-metragem, A Via Láctea, estrou mundialmente na Semana da Crítica, em Cannes, e foi exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. Além disso, ela foi professora de cinema na UFSCar e na FAP.

Novo Olhar (Mostra Novos Olhares)

Adriano Del Duca

Formado em sociologia pela UNESP, e estudante de cinema na FAP. Foi pesquisador do documentário sobre cortadores de cana e agroindústria, coordenador da Oficina de Vídeo-documentário e Oficinas Culturais do Estado de SP e curador Jr. Do Festival do Minuto. Dirigiu o curta-metragem Curtíssimo, e produziu a vídeo arte Tranquilidade na Clareira do Caos, de Hanna Diaz e Marcela Goellner.

Lucas Murari

Estuda cinema na FAP. Trabalha com pesquisa acadêmica sobre audiovisual e ensino no Espaço de Arte. Escreveu críticas de cinema para o Jornal Ex-pressões, de Londrina, e para o portal naoesqueci.com.br. Atualmente leciona sobre Teoria e Linguagem do Documentário, História do Cinema, Novos Dispositivos Digitais e Pedagogia da Imagem para crianças.

Tomás Von der Osten

Estuda cinema na FAP. Dirigiu os curta-metragens Vó Maria (2011), Miragem (2011) e Nem a Mim, Nem a Ti (2012). Escreveu o roteiro Lá Fora Está Tudo Calmo, ganhador do prêmio de desenvolvimento de roteiros do MinC/SAV. Foi montador dos curtas Intervalo (2010), Mimese (2010), Meio-Dia, Isabela (2011) e Coloridos (2011).

Prêmio RPCTV (Mirada Paranaense)

Carlyle Ávila

Formado em jornalismo pela PUBRJ, tem MBAs em jornalismo pela Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra (Espanha), em Direção Estratégica pela Universidade Positivo e em Film and Television Business pela Fundação Getúlio Vargas. Foi gerente de produção e redação e atualmente é diretor de programação da RPCTV.

Marcos Souza

Formando em publicidade e propaganda, fez oficina de roteiro pelo Instituto de Estudos de Televisão do RJ e cursou roteiro na Academia Internacional de Cinema em São Paulo. Iniciou sua carreira profissional há cerca de 7 anos. Trabalhou em algumas produtoras de cinema e publicidade e atualmente é roteirista e assistente de direção do programa Casos e Causos, da RPCTV.

Marcus Werneck

Formado em jornalismo pela UniverCidade-RJ e uma MBA em film and television business pela Fundação Getúlio Vargas. Foi coordenador do canal GNT, coordenador de eventos no programa Big Brother Brasil e atualmente é gerente de produção e diretor de cena na RPCTV, onde já dirigiu mais de 40 curtas metragens.

Curitiba_Lab

Seminários

Tecnologias e Fluxos de Produção de Cinema Digital com Câmeras Super 35mm, Digital, HD e 4K

Uma visão geral das tecnologias e produtos para a produção de filmes em digital com captação de imagens fazendo uso de sensores super 35mm.

O Filme e Seu Público

Por que filmes independentes não conseguem distribuição adequada? Qual a visão do público de cinema no Brasil? Quais as estratégias para lançar um filme que está à margem do senso estético dominante?

Diretor, Linguagens e os Modos Alternativos de Produção

Com a chegada do digital e o barateamento da produção, formas alternativas de realização tornaram-se comuns. Mas que modos de trabalho são esses? É possível identifica-los, cataloga-los, categorizá-los?

Distribuição e Vendas de Curtas e Longas Metragens

Um dos grandes gargalos da cadeia produtiva do cinema nacional é a distribuição. Dentre os mais de 160 longas metragens feitos anualmente no Brasil, um quarto chega às salas de cinema, e destes, poucos ultrapassam a barreira dos 100mil espectadores. Quais os caminhos para a distribuição internacional?

Políticas de Descentralização para o Audiovisual

Tendo em conta as proporções continentais do Brasil e a concentração dos recursos financeiros, profissionais e salas de cinema em uma única região do país, o governo federal vem atuando no sentido de descentralizar o acesso a recursos públicos que possibilitem aos produtores culturais produzir em seus próprios estados e cidades.

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