Prêmios

O festival conta com 9 prêmios oficiais e alguns prêmios de parceiros.

Competitiva

Longa-metragem
_Prêmio Olhar de Melhor Filme;
_Prêmio Especial do Júri;
_Prêmio de Contribuição Artística (O prêmio pode ser dado para roteiro, direção, atuação, composição de trilha sonora original, montagem, direção do fotografia, direção de arte ou edição de som);
_Prêmio do Público;

Curta-metragem
_Prêmio Olhar de Melhor Filme;

Outros Prêmios Oficiais

Longa-metragem
_Prêmio de Melhor longa-metragem brasileiro das mostras Competitiva, Outros Olhares e Novos Olhares;
_Prêmio de Melhor Filme da mostra Novos Olhares;
_Prêmio de Melhor Filme da mostra Outros Olhares;

Curta-metragem
_Prêmio de Melhor curta-metragem brasileiro das mostras Competitiva e Outros Olhares;

Prêmios de Parceiros

Abraccine
Prêmio da Crítica Para o Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva.

Criada em 2011, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) é resultado de uma iniciativa histórica, pois trata-se da primeira entidade nacional a reunir os críticos de cinema do Brasil. Oferece um prêmio ao melhor filme da mostra Competitiva de Longa-metragem.

Prêmio AVEC-PR
O prêmio será concedido a um filme, curta ou longa-metragem, com produção ou coprodução do Paraná, que figure na programação do festival em qualquer uma de suas mostras.

Anualmente, o Prêmio AVEC-PR é rebatizado, buscando celebrar os principais artistas contemporâneos do estado do Paraná. Este ano, a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná homenageia Hugo Mengarelli, uma das pessoas mais importantes para o teatro e para o cinema de Curitiba e do estado. Dedicou-se notadamente ao teatro, especialmente nas últimas três décadas, período em que foi professor da Universidade Federal do Paraná, onde criou a Companhia de Teatro PalavrAção, o Teatro Experimental da UFPR e o Curso Técnico em Artes Cênicas/Ator. Mengarelli foi marcante também no cinema. Logo depois de chegar à Curitiba, nos anos 1970, envolveu-se com o movimento superoitista ligado à Cinemateca do Museu Guido Viaro. Desde aquela época já era reconhecido por compartilhar seus conhecimentos sobre o cinema, que trazia de sua Argentina natal. Naqueles anos, dirigiu dois curtas em super-8, O Besouro (1978) e O Mágico (1979), e começou a lecionar na PUC-PR. Encantado pelos filmes e encantador em sua verve, ensinou que se pode ser, sim, criterioso e apaixonado, simultaneamente. Sua generosidade enquanto artista e professor é algo inesquecível, como fica claro nos letreiros finais do belíssimo filme Roça (1984), dirigido por ele: “O Filme ROÇA teve seu início em 1981. Nasceu de corações idealistas, com vontade de mostrar algo. É o basta de todos nós a esta situação. Valeu Hugo. (A Equipe) / Curitiba – 1984”.